domingo, 27 de outubro de 2019

ALERGIAS

A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a uma substância estranha ao organismo (alergénio).Os doentes alérgicos ou “doentes atópicos” caracterizam-se pela produção aumentada de imunoglobulinas E (IgE), que reagem e são específicas para os alergênios.
Estas IgE recobrem células (mastócitos e basófilos), ricas em substâncias que provocam os desagradáveis sintomas alérgicos e que são libertadas quando os alergénios entram em contacto com aquelas proteínas..

São divididos em quatro grandes grupos: Num deles predomina a Rinite que se manifesta por obstrução nasal, rinorreia (“nariz a pingar”), espirros e prurido (comichão) nasal e ocular; noutro grupo o Eczema é a queixa mais frequente manifestando-se por prurido e vermelhidão constante seguindo-se depois secura e descamação da zona da pele alérgica; noutro ainda, a Asma, que se manifesta por pieira, tosse e dispneia (dificuldade em respirar, mais ou menos grave), é o principal sintoma; num último grupo, as alergias alimentares predominam com um cortejo de sintomas que vão desde a urticária, à diarreia, aos eczemas ou à asma .

Feito o diagnóstico clínico, impõe-se descobrir qual ou quais os alergénios em causa: Ácaros, pó de casa, pelo de gato e cão, fungos, barata, pólens de gramíneas, pólens de árvores e de ervas, leite, ovo, amendoim, peixe, marisco e frutos secos e muitos outros. Para isso o médico recorre a testes de provocação (prick tests) verificando qual a reação da pele do doente frente a alergénios suspeitos e quase sempre pede confirmação ao Patologista Clínico que doseia e identifica as IgE específicas para os alergénios em questão mediante testes especiais (Rasts).

No tratamento das situações agudas utilizam-se anti-histamínicos, corticóides ou aminofilina por via endovenosa ou intramuscular ou ainda nebulizações com beta-adrenérgicos. Na fase crónica, para além de medicação que alivia os sintomas há que afastar o doente do alergénio desencadeante e proceder à sua dessensibilização fazendo o sistema imunológico habituar-se gradualmente ao agente que causa a alergia.
{fonte:diversas fontes }

DIETA FODMAPS II parte


Os FODMAPs são cadeias curtas de açúcares que puxam a água do tecido do corpo para o intestino. Isso pode levar a sintomas como inchaço e diarréia em pessoas sensíveis.. Por exemplo, quando você come a frutose do FODMAP, ela atrai o dobro de água para o intestino que a glicose, que não é um FODMAP.
Seguir a dieta pode levar a melhora de:
·         Sintomas digestivos gerais
·         Dor abdominal
·         Inchaço
·         Gases
·         Hábitos intestinais alterados (diarréia e constipação).
Uma dieta de baixo FODMAP é conseguida simplesmente evitando alimentos ricos nestes carboidratos. O plano alimentar funciona pelo tempo de 6 a 8 semanas. Após o período de exclusão, é indicado reintroduzir os alimentos ricos em fodmaps para avaliar o grau de tolerância alimentar de cada um. A reintrodução deve ser feita em porções pequenas e de maneira isolada, para poder identificar os alimentos causadores dos sintomas e, assim, retirá-los por definitivo do cardápio.
O plano alimentar contribui para a redução do inchaço do corpo justamente por listar os tipos de comidas que promovem a condição. Não é desejável ou recomendado seguir essa dieta por mais de oito semanas. Vale lembrar, portanto, que assim como qualquer outra dieta, ela não combina com todos os perfis e precisa receber orientação de um profissional da saúde.





 NUTRIÇÃO SIMPLIFICADA PARA ÉPOCAS DE CRISIS SUGESTÃO DE CARDÁPIOS : TSAMPA PANCS CONSERVAS